sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Desinteressante

Já vi escrito em parangonas, já ouvi no café, na rua, vi na tv: este derby está marcado pelo desinteresse aparente à custa da má classificação dos oponentes.
Para mim é uma falsa e viciada questão. Todos temos memória de variadíssimos derbies onde Benfica e Sporting lutavam para nada - ou até para a Taça do Guadiana - e não tive a sensação de que o interesse geral esmorecesse. Nem desta vez.

É derby, faltam 48 horas mas deveriam faltar (muito) menos.

Venha de lá essa lagartada!

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segunda-feira, janeiro 28, 2008

O outro clássico

Não era o resultado que, racionalmente, desejava. Estar a 8 ou 9 pontos do Porto parece-me indiferente, mas preferia ter mais 2 pontos de avanço sobre o Sporting.
Mas, como benfiquista, do jogo de ontem retenho dois casos relacionados com as leis de jogo. Bruno Alves voltou - e já vão quantas? - a agredir um adversário de forma totalmente cobarde e escapou à expulsão. Liedson, no seu habitual movimento de oferta dos pitons ao guarda-redes adversário, também. Mas o mauzão, como todos sabemos, é outro.

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quinta-feira, novembro 08, 2007

AS Roma na toca dos lagartos

A Roma entrou bem em ambas as partes mas acabou por fazer uma exibição inconstante e globalmente fraca. Os primeiros 15 minutos foram interessantes e bem à italiana. Um golo fabuloso, ocupação perfeita dos espaços e transições rápidas. Mas depois do lance polémico na área de Doni, a tranquilidade dos giallorossi foi abalada. O Sporting arrancou para uma meia hora de grande qualidade e o empate ao intervalo até era lisonjeiro para os italianos. Descanso e a Roma volta a entrar melhor, conseguindo manter a bola longe da área e mostrando à equipa da casa que poderia lançar um ataque mortífero a qualquer momento. Só que a concentração durou apenas 10 minutos. Liedson bisou e a equipa voltou a ficar perdida até aos 10 minutos finais, altura em que Esposito ajudou a espevitar a equipa.


Apesar do nível exibicional da Roma e da ausência de Totti e Aquilani, a deslocação ao estádio dos rivais valeu a pena. Pelos dois golos obtidos, pelas cavalgadas de Casseti, pela simplicidade do futebol de De Rossi, pela dinâmica de jogo de Pizarro e pela curva romana. Mexés é que continua a coleccionar erros gravíssimos. Um grande problema, já que a alternativa, Ferrari, não está à altura do francês. Há muito tempo que a Roma não tem uma dupla de centrais equilibrada e de verdadeira qualidade, o que também ajuda - isso e Doni - a que a equipa, apesar de algums boas prestações na Serie A, raramente consiga entrar na luta pelo título. Mancini deu algum trabalho, mas esteve longe do que pode fazer, Vucinic e Perotta esforçados, mas inconsequentes, e Giuly, como seria de esperar, algo preso de movimentos.

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domingo, setembro 30, 2007

Medo de ganhar

O Benfica perdeu dois pontos porque o treinador não os soube conquistar. Quando se pedia maior presença na área, fruto do recuo do Sporting que passava a apostar tudo no contra-ataque, e um Rui Costa mais próximo de Katsouranis, com mais espaço para lançar os ataques, saíu Nuno Gomes, que apesar do golo escandalosamente desperdiçado se estava a exibir em bom plano. Ainda por cima o espanhol tarda em perceber que Nuno Gomes e Cardozo são jogadores diferentes, insistindo no mesmo tipo de jogo para ambas as soluções. E é penoso ver um finalizador a lutar pela bola nos flancos...
O jogo foi equilibrado. O Benfica entrou bem, com velocidade e boas trocas de bola a garantirem superioridade no meio-campo. Depois o Sporting atinou com a marcação a Rui Costa, o Benfica insistiu nos lançamentos aéreos e ofereceu o meio-campo. O Benfica voltou a entrar forte na segunda parte e acabou por dominar territorialmente, o que é natural tendo em conta as instruções de Paulo Bento. Mas o Sporting foi sempre perigoso nos contra-ataques, pelo que o empate é justo. Mas a imagem que fica é o receio de Camacho.
Claro que outros factores ajudaram. Nuno Gomes não pode falhar aquele golo, a equipa tem de rematar mais de longe quando se conhecem as limitações do guarda-redes adversário, ainda para mais com chuva, e Di Maria não pode querer assistir o companheiro quando tem tudo para facturar.
Katsouranis foi gigante, o melhor em campo. Rodriguez o mais esclarecido na hora de atacar e Maxi muito útil na ocupação de espaços. Quim, confiante e seguro como tem acontecido no início desta época.
Pedro Henriques: péssimo.

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terça-feira, agosto 22, 2006

Será mesmo verdade?

Dizem-me que o Sporting aproveitou o seu jogo do centenário para homenagear um gajo que tentou fugir para a Luz em duas ocasiões. Será mesmo verdade?

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